Maternidade real: 5 canais que mostram uma nova visão do que é ser mãe
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Maternidade real: 5 canais que mostram uma nova visão do que é ser mãe

Redação em 25 de abril de 2017

Aos poucos (e muito graças à Internet) a visão sobre maternidade está mudando. A utópica ideia da perfeição materna tem sido substituída por uma visão mais realista, inclusiva e democrática, trazendo os desafios, as frustrações e alegrias de ser mãe de verdade.

A ideia de que “mãe é tudo igual” que aprendemos no passado não poderia estar mais errada hoje em dia. Felizmente, cada vez mais mães têm a possibilidade de viver a maternidade de acordo com suas escolhas, suas decisões, suas crenças, sem medo de serem julgadas pela sua familia ou sociedade, A internet é grande catalisadora desta mudança, pois dá voz a pessoas reais que querem compartilhar suas histórias, e isso, por si só, já é inspirador.

Abaixo, listamos cinco canais que qualquer pessoa interessada no debate da maternidade real precisa conhecer.

Cinco canais sobre ser mãe

Hel Mother

“Maternidade sem caô”: esse é o lema do canal Hel Mother, um dos mais famosos sobre maternidade no YouTube. Lidando com a “desromantização” de ser mãe, Helen Ramos conta a sua história com o filho Caetano para milhares de pessoas.

Com humor, o canal Hel Mother já teve mais de dois milhões de visualizações em seus vídeos e conta com 73 mil inscritos. O seu vídeo mais famoso é o que fala sobre a expectativa e a realidade da maternidade. Assista!

Buxixo de Mães

O Buxixo de Mães é uma rede de apoio à maternidade consciente sob a batuta da doula Janie Paula, de quem já falamos aqui em Free the Essence. Essa rede discute, promove e aquece o debate sobre o que é maternidade e qual é o papel da mãe nesse contexto. Entre diversos assuntos, o Buxixo de Mães discute o parto humanizado, a equidade de gênero e amamentação. Veja um trecho de uma discussão levantada pelo site:

“Existe alguma experiência vivida por seres humanos que tenha sido relatada como ma-ra-vi-lho-sa para todos que a viveram? Que ninguém tenha achado uma parte difícil, tenha duvidado se queria continuar ou sentido ao menos um medinho? Se temos em média 3 bebês nascendo por segundo no mundo, a cada 20 segundos no Brasil, faz algum sentido todas as mulheres que se tornam mães serem automaticamente felizes por estarem gestando? A gestação dura um bom tempo não somente para o amadurecimento do bebê, para que ele possa se adaptar a vida, mas também para dar tempo para a mulher digerir, imaginar, sonhar e chorar as pitangas do que pode vir a ser mãe, ou, como vai ser a vida com mais filhos. Se tornar mãe é uma caminhada, uma jornada. É opressor não dar espaço para que a mulher diga que não gosta de ser mãe (sempre ou quando ela quiser), definir o que é uma maternidade ideal (em tempo e qualidade) e julgar que todas as mães são felizes (…)”

Mãe com Filhos

O Blog Mãe com Filhos analisa todo o espectro da maternidade: trazendo de assuntos comportamentais como “o que pensa e sente um bebê” até avaliações de produtos como um creme preventivo de assaduras.

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Em um post, por exemplo, a autora Sam Shiraishi dá dicas de livros para educar crianças feministas. Em outro, são indicados quais são os exames de rotina que toda mulher deve fazer.

Mãe com Prosa

O Mãe Com Prosa também discute diferentes vertentes da maternidade, mas tem um foco maior na mãe empreendedora. Entre os posts do site estão dicas de coworking para famílias e uma discussão sobre como nem todas as mães terão mais tempo com os filhos, mesmo que queiram.

A editoria “Mães Normais” lida com problemas e questões comuns na gravidez, trazendo dúvidas sobre o que é ou não permitido fazer durante a gravidez ou alimentos que devem ser evitados durante a gestação. O site é comandado por Fabiola Cidral, Patricia Travassos e Petria Chaves.

Maternidade Comum

Paloma Fernandes é a mãe por trás do Maternidade Comum, outro canal de sucesso no YouTube. Em seus vídeos, Paloma discute principalmente as questões que envolvem a infância, mas com uma visão moderna sobre os assuntos.

O canal Maternidade Comum tem mais de 40 mil inscritos e quatro milhões de visualizações em seus vídeos. No vídeo “Machismo na Infância”, ela debate a imagem de que “homem não chora” e o que é ensinado para as crianças quando jovens. Veja!

Parte da luta pela desmistificação da “maternidade perfeita” é de responsabilidade coletiva. Seja rompendo padrões e questionando mitos ou prestando atenção no que faz daquela mãe um ser especial, é importante entender os seus desejos e necessidades. É importante, principalmente, olhar para ela como uma mulher, acima de qualquer coisa.

Se você ainda não sabe como vai presentear a sua mãe neste ano, considere dar escolhas: Drinkfinity te ajuda a repensar todas elas.

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