5 startups brasileiras que podem revolucionar a medicina
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Foto: Istock/Getty Images
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5 startups brasileiras que podem revolucionar a medicina

Kaluan Bernardo em 18 de junho de 2017

As possibilidades que a tecnologia aliada à medicina permitem são tão amplas que especialistas já questionam se um dia o ser humano conseguirá vencer a morte biológica.

Essa é uma questão que, por enquanto, fica para os autores de ficção científica e futuristas. Mas, no presente, a tecnologia já está pronta para melhorar a vida de muitas pessoas e permitir a inclusão de tantas outras – inclusive no Brasil. São empresas que conhecemos enquanto se apresentavam no festival Path, que aconteceu em São Paulo durante o mês de maio.

Conheça algumas das startups de saúde que estão levando o setor adiante no país:

Startups brasileiras que podem evoluir a saúde

Giulia

Buscando utilizar a inteligência artificial para facilitar a inclusão, a empresa Map Technology desenvolveu o Giulia, um bracelete ligado a um aplicativo de celular que traduz a linguagem de Libras.

Funciona assim: o bracelete tem sensores, que captam os movimentos musculares abaixo do cotovelo e enviam sinais para o aplicativo. Esse, por sua vez, traduz os códigos para português e permite que o deficiente auditivo se comunique mesmo com alguém que não sabe libras.

Projeto Laura

Sepse é uma infecção generalizada que acontece quando o corpo foca demais em um problema, mas acaba vulnerável em outras. Estima-se que haja 2 milhões e meio de casos de Sepse por ano no Brasil e, desse número, cerca de 250 mil pessoas morrem anualmente. A Sepse lidera o número de mortes em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e uma das principais causas de mortalidade hospitalar tardia.

Jacson Fressatto perdeu sua filha, de 18 dias para a Sepse. O processo fez com que ele entendesse como a tecnologia poderia mudar a história de outras pessoas. Logo começou a desenvolver um algoritmo e projetou um robô para atuar em hospitais identificando a condição antes de surgir e fazendo com que os médicos consigam a evitar.

O projeto levantou R$ 22,5 mil para levar adiante a ideia. É menos do que os R$ 250 mil que eles pretendiam, mas não foi suficiente para impedir os idealizadores do projeto, que continuam procurando parcerias.

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Docway

Vive procrastinando a ida ao médico ou está em condição complicada e não consegue sair de casa nem para cuidar da saúde? A Docway quer resolver isso permitindo o agendamento de consultas a domicílio.

O aplicativo, disponível para Android e iOS, permite realizar todo o processo – do agendamento ao pagamento – diretamente pelo smartphone.

BioArchitects

Fundada em 2013, no Brasil, mas também com presença nos Estados Unidos, a BioArchitects utiliza tecnologias vanguardistas como impressão tridimensional para criar dispositivos médicos e próteses personalizadas de acordo com as necessidades específicas do tratamento de cada paciente.

Entre os produtos e serviços que a equipe de cientistas, médicos e engenheiros que a BioArchitects desenvolve, eles utilizam impressoras 3D para criar réplicas de órgãos de pacientes, com materiais que simulam tecidos reais, ossos e vazos. Também desenvolve simuladores para treinamento de posicionamento de próteses em biomodelos; protocolos para auxiliar cirurgiões a localizar com precisão onde ocorreu determinada incisão cirúrgica; simuladores para planejamento de colocação de clips em aneurisma cerebral; e preparação de cirurgia cardíacas e colocação de próteses no coração.

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