Sites e aplicativos ajudam mulheres no combate a violência sexual
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Foto: Istock/Getty Images
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Sites e aplicativos ajudam mulheres contra violência sexual

Kaluan Bernardo em 5 de outubro de 2016

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Uma em cada três mulheres irá sofrer violência física ou sexual durante sua vida — a maioria por alguém próximo. O número da Organização das Nações Unidas, a ONU. Nesse contexto, organizações e desenvolvedores criam serviços digitais para tentar combater a violência contra a mulher.

Com as mais variadas funcionalidades, aplicativos oferecem opções que vão desde chamar pessoas próximas a profissionais capacitados para auxiliar. Conheça alguns deles na lista abaixo:

Aplicativos e serviços para combater a violência contra a mulher

Clique 180

Desenvolvido pela ONU Mulheres, o aplicativo oferece informações sobre o que fazer em caso de violência contra as mulheres.

O app tem alguns recursos bacanas, como a localização dos serviços da Rede de Atendimento. Ele mostra a rota que você precisa fazer para chegar até lá. Também tem uma ferramenta colaborativa para mapear os locais da cidade que mais oferecem riscos às mulheres.

Há ainda um passo a passo detalhado sobre como agir e que tipo de serviço procurar em cada caso, toda a Lei Maria da Penha.

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PLP 2.0

O projeto é uma extensão do Promotoras Legais Populares, do Rio Grande do Sul. Ele tem o objetivo de facilitar o socorro a mulheres em situação de violência. Basta acionar o botão de emergência e o serviço notificará uma rede de cinco contatos de confiança, além de entidades públicas e privadas.

Há um porém: o aplicativo só pode ser usado pelas promotoras legais populares ou por mulheres que já tenham medidas protetivas.

Viva Voz

Muitas vezes, vítimas de assédio não se sentem à vontade para fazer denúncia públicas.  Por isso, desenvolvedores criaram um aplicativo onde mulheres podem fazer suas denúncias anonimamente. O app funciona por geolocalização e diz exatamente onde aconteceu o caso. As denúncias formam um banco de dados para ser acessado por polícias, ONGs e o Ministério Público para pressioná-los a tomar providências em relação a esses casos.

Chega de Fiu Fiu

A Think Olga, uma ONG que luta pelos direitos das mulheres, criou o Chega de Fiu Fiu, um mapa colaborativo que mostra quais são os pontos de risco onde mulheres costumam sofrer mais assédios. As denúncias são feitas todas anonimamente e também servem para pressionar as autoridades públicas a fazerem algo para resolver a situação — principalmente nos pontos mais críticos.

Mapa do Acolhimento

Falamos mais sobre a ferramentas aqui no Free The Essence. Basicamente, a plataforma mapeia serviços públicos e terapeutas voluntários para oferecer apoio psicológico à vítimas de violência sexual.

A rede foi criada pela ONG Nossas Cidades e pelo movimento #AgoraÉQueSãoElas e conta com mais de 450 terapeutas voluntárias e 30 instituições. Todo o serviço psicológico é oferecido gratuitamente. Novas pessoas que quiserem colaborar podem se cadastrar no site.

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