Drones dançantes roubam a cena em show de Lady Gaga no Super Bowl
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Foto: Divulgação
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Drones dançantes roubam a cena em show de Lady Gaga no SuperBowl

Emily Canto Nunes em 6 de fevereiro de 2017

Afora a virada na prorrogação dos New England Patriots sobre os Atlanta Falcons, outro acontecimento inesperado marcou o Super Bowl 51. E, dessa vez, não foram os figurinos estranhos de Lady Gaga — responsável pelo show do intervalo deste ano, mas sim a aparição de 300 drones no céu de Houston, Texas.

Drones Super Bowl

Foto: Intel

De estrelas ao logo da Pepsi (patrocinadora da apresentação), os drones também formaram a bandeira dos Estados Unidos enquanto Lady Gaga cantava no telhado do estádio “This Land Is Your Land” para depois descer ao maior estilo Homem-Aranha até o campo.

Essa não é a primeira vez que os drones da Intel fazem coreografias nos céus, mas é a primeira vez que invadem uma transmissão internacional. Como a Wired ressaltou, a tecnologia por trás do sistema chamado de Intel Shooting Star Drone por si só é fascinante, mas é ainda mais interessante saber que ela poderá revolucionar operações de busca e salvamento, em resgates, e também a agricultura, entre outras áreas.

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Infelizmente, os drones não fizeram todas aquelas acrobacias ao vivo como a transmissão do Super Bowl fez parecer, mas nem por isso deixou de ser inesquecível. Não foi uma questão de querer: a FAA — Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos — não permite que drones sobrevoem uma área como a do estádio NRG, muito menos quando há 80 mil pessoas dentro.

Cada drone tem de cerca de 30 centímetros, pesa em torno de 28 gramas e possui corpo feito de plástico e espuma para amenizar impactos acidentais. Eles não são tão chamativos como os drones para consumo, mas juntos são capazes de criar quatro bilhões de combinações de cores por meio de seus LEDs integrados e de fazer acrobacias aéreas graças a uma codificação bastante meticulosa.

Cada drone se comunica sem fio com um computador central para executar a sua coreografia, alheio ao que os outros drones estão fazendo. Pouco antes do show, esse computador verifica o nível da bateria e a força do sinal de GPS de cada drone para lhe atribuir funções. Eles voam por cerca de 20 minutos, em média. E caso um drone dê problema durante a apresentação, uma unidade reserva é acionada dentro de segundos. Afinal, o show tem que continuar.

A participação especial no show de Lady Gaga começou a ser ensaiada em dezembro, depois que a Intel encerrou sua temporada de três semanas na Disney World. Em 2016, a empresa bateu o recorde ao sincronizar 500 drones nos céus de Sydney, na Austrália.

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