A internet tem um lado físico e ele rende belas fotos
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Foto: Peter Garritano
Inovação > Tecnologia

A internet tem um lado físico e ele rende belas fotos

Kaluan Bernardo em 27 de fevereiro de 2017

Qual é a cara da internet? Não estamos falando do visual de suas páginas mais conhecidas, como YouTube, Google e Facebook. Estamos falando da infraestrutura física que permite que a internet exista: cabos, servidores e corredores refrigerados. A “nuvem” não é um conceito abstrato, é um conjunto de supercomputadores em espaços de segurança máxima onde trafegam dados todos os dias.

Pensando nisso o fotógrafo Peter Garritano criou um ensaio chamado “A internet”. Ele visitou alguns dos lugares mais interconectados de Nova York, onde ficam servidores, cabos de fibra ótica e todo aparato que mantém esses espaços funcionando.

“A privacidade e a alta segurança desses prédios normalmente mantém seu trabalho interno longe dos olhos públicos. A ‘nuvem’ de fato é um lugar muito físico, se expandindo e evoluindo; cheia de máquinas reais e pessoas reais”, disse à revista Atlantic. As fotos são todas feitas com cores frias e assépticas – bem diferentes do dinamismo da internet como conhecemos.

Veja as fotos abaixo:

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

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Foto: Peter Garritano

Outros trabalhos artísticos mostram o lado físico da internet também. É o caso de um filme chamado “Internet Machine”, de 2014, feito pelo cineasta inglês Timo Arnall. Ele teve acesso a um data center de 65 mil metros quadrados da Telefônica na Espanha e gravou tudo com suas Canon 5D.

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“Eu me senti muito estranho, especialmente porque o filme e as fotos são arriscadas de fazer, você tem sacos pesados, luzes, tripés e equipamento de gravação de som”, comentou à revista Wired.

Ele conta ainda que se impressionou com o fato de muito mais espaço ser alocado para sistemas de resfriamento, energia e conectividade do que com os servidores em si. O trabalho também fez parte de uma exposição chamada Big Bang Data, que aconteceu em Barcelona, na Espanha.

 

 

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