3 espaços compartilhados para conhecer em Salvador
Salvador
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3 espaços compartilhados para conhecer em Salvador

Kaluan Bernardo em 19 de agosto de 2016

Salvador, na Bahia, é a cidade com a maior população negra fora do continente africano. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE (2015), mais de 50,8% dos quase 3 milhões de habitantes têm ancestralidade africana.

Lá, pessoas de todas as cores estão encontrando no empreendedorismo uma forma de mudar sua realidade e de muitos outros, especialmente da população negra, maioria na região. No entanto, não fazem isso sozinhos. Encontram em redes colaborativas a oportunidades de se articularem.

Para isso, espaços físicos colaborativos são essenciais ao oferecerem trocas e condições para empreendedores atingirem seus objetivos. Conheça alguns deles:

NOSSA

Em frente à casa do grande escritor Jorge Amado, no bairro do Rio Vermelho está a NOSSA: Casa Colaborativa. Eles são bem novos, estrearam em março de 2016. Na casa, oferecem espaços para vivências, cursos e aulas; um coworking no qual os beneficiados são escolhidos via edital (o último foi em março), sala de reunião e pátio com cozinha compartilhada e área de convivência.

Segundo o site Aratu Online, o primeiro ano de aluguel da casa foi viabilizado em parceria com o Instituo Sabin. Mesmo assim, como a parceria pode ter fim, a casa conta com ajudas de custo de seus frequentadores. Veja abaixo o vídeo do primeiro encontro deles:

Rede+

Se apresentam como uma “rede de espaços colaborativos para o desenvolvimento empreendedor”. Contam com dois espaços de coworking: um em Aracaju e outro em Salvador. O da capital baiana fica no bairro da Barra e oferece tudo o que um coworking tem: wifi, estações de trabalho, salas de reunião e uma comunidade articulada.

Eles também contam com um processo de aceleração, que tem mentoria, pré-aceleração, programas internacionais, e toda uma metodologia para ajudar startups a crescerem mais rapidamente.

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Casa de Mídia Étnica

O Instituto de Mídia Étnica é uma organização da sociedade civil que está há mais de dez anos realizando projetos para assegurar o direito humano à comunicação e o uso de ferramentas tecnológicas a grupos socialmente excluídos, principalmente os afrodescendentes.

Eles têm uma casa de três andares no bairro Dois de Julho, centro de Salvador. O prédio conta com um espaço AfroHacker (que oferece atividades de robótica para crianças, jovens e adolescentes negros), um mini auditório, a redação do portal Correio Nagô e o Ujamaa, um coworking que tem como objetivo reunir empreendedores negros e de periferia.

Na língua africana Swahili a palavra Ujamaa significa “economia cooperativa”. O nome não foi escolhido ao acaso: a ideia dos fundadores é fomentar o empreendedorismo local e formar o “Vale do Dendê”, transformando a Bahia em um importante polo tecnológico.

O coworking tem wifi, local para reuniões, e descontos em cursos e seminários nas áreas de gestão e negócios. Para usar, você pode pagar mensalidades que variam de R$ 100 (40 horas por mês) a R$ 350  (plano master). Hpa ainda a possibilidade de alugar a sala de reunião por R$ 35 a hora pu uma estação de trabalho por R$ 25h a hora.

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