Worldpackers permite viajante trocar trabalho por estadia
jovem troca trabalho por hospedagem worldpackers
Foto: iStock/Getty Images
Nova Economia > Consumo Colaborativo

Worldpackers ajuda turistas a trocar trabalho por estadia

Kaluan Bernardo em 11 de abril de 2016

Quer viajar sem gastar dinheiro? Uma possibilidade é trocar seu trabalho por hospedagem. Há diversos hostels ao redor do mundo que aceitam (e incentivam) essa troca. A Worldpackers, startup brasileira criada em 2014, se dedica a compilar essas possibilidades ao redor do mundo.

O site conecta pessoas dispostas a trocar trabalho por um teto e uma mesa temporários, a locais dispostos a aceitar essa troca. Além do viajante economizar uma grana, ele tem a oportunidade de se aproximar mais da cultura local e conviver, de perto, com as pessoas do país para onde vai.

 

Veja o manifesto da startup:

 

Você pode fazer as mais variadas atividades. Se você é bom de fotografia, por exemplo, pode ajudar os donos do hostel tirar boas fotos do estabelecimento. Só sabe surfar? Tudo bem: pode oferecer aulas de surf para outros hóspedes. Tudo é negociável.

E de onde veio toda essa ideia? A Worldpackers foi criada por Riq Lima e Eric Faria, dois brasileiros que largaram tudo, resolveram viajar o mundo e, há dois anos, alimentam essa plataforma para ajudar outras pessoas a viajar de um jeito diferente.

Como funciona a Worldpackers

Você entra no site da Worldpackers e cria um perfil dizendo quais são suas habilidades e o que já fez de bom na vida. Em seguida, escolhe um hostel nos mais de 90 países ali registrados. Escolha um lugar para onde gostaria de ir e diga que tipo de trabalho toparia fazer.

 

Experiências disponíveis no site Worldpackers

Experiências disponíveis no site Worldpackers

A plataforma te coloca em contato com alguém do hostel. Vocês conversam, acertam as condições como tempo de hospedagem, o que exatamente fará e o que ganhará em troca. Voilá. Basta viajar, oferecer seu trabalho e receber hospedagem, refeições e o que mais vier.

A Worldpackers só cobra uma taxa caso a viagem realmente aconteça. O valor varia de acordo com o local e o tempo da hospedagem. Mas gira em torno de US$ 50.

Outras formas de viajar barato

Se você ainda está interessado em viajar, mas não está afim de ficar trabalhando, outra solução é recorrer ao Travel Hacking – método para conseguir e gerenciar suas milhas da melhor forma possível.

O conceito foi criado pelo autor estadounidense Chris Guillabeau, que escreve o blog The Art Of Non-Conformity”. Há uma série de dicas para você conseguir – seja por linhas aéreas, hotéis ou programas de despesas flexíveis (cartões de crédito). O importante, no entanto, é saber quando e como gastar. Para saber mais sobre isso, dê uma olhada no que já falamos sobre  como viajar barato.

Mas se o seu problema é o transporte, escolha formas alternativas (e mais divertidas) para pensar no trajeto. Já falamos sobre sistemas de compartilhamento de carona como a BlaBlaCar por aqui.

Viajar faz bem para o cérebro

Dinheiro não é mais desculpa para ficar em casa. Se você ainda não escolheu o seu próximo destino, temos mais alguns motivos para te convencer a preparar as malas: além de conhecer novas culturas e pessoas, relaxar e fugir da rotina, viajar faz bem para o cérebro e nos deixa mais criativos.

Pelo menos é o que indicam uma série de estudos conduzidos por psicólogos do mundo todo, que mostram que o fato de você ficar um tempo convivendo com uma cultura diferente da sua, deixa a cabeça mais flexível, com pensamento crítico e aberta a novas possibilidades.

E aí? Finalmente vai sair do computador e partir para a próxima viagem?

Gostou deste post? Que tal compartilhar:
Últimos
Trend Tags
Array ( [0] => 76 [1] => 222 [2] => 237 [3] => 115 [4] => 17 [5] => 238 [6] => 92 [7] => 125 [8] => 173 [9] => 16 [10] => 276 [11] => 157 [12] => 25 [13] => 66 [14] => 67 [15] => 62 [16] => 153 [17] => 127 [18] => 12 [19] => 19 [20] => 187 [21] => 69 [22] => 154 [23] => 172 )
Vídeos
Copyright © 2016 Free the Essence