Rakete, a plataforma para organizar seus torneios de tênis sem esforço
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Rakete, a plataforma para organizar seus torneios de tênis sem esforço

Camila Luz em 18 de novembro de 2016

Quem pratica esportes de raquete já pode desfrutar de uma plataforma que ajuda a organizar torneios de tênis, squash, badminton, raquetinha e beach tênis. A startup Rakete, fundada em março de 2016, possibilita competições organizadas e jogadores motivados durante todas as etapas.

“A Rakete é uma ferramenta de gestão de torneios”, explica Rubens Campos, um dos sócios. O funcionamento é simples: o organizador cria o torneio no site e abre inscrições livres para criar chaves.

“Com poucos cliques, ele escolhe formatos de disputa, cabeças de chave, e-mails e notificações. O organizador consegue controlar horários de jogos, agendamento de quadras, marcação de resultados, presença nas partidas e ranking automático”, explica. “Isso mantém os jogadores motivados a disputar o próximo jogo e ganhar mais pontos”.

Segundo Rubens, a maioria dos torneios de tênis e outros esportes de raquete não são organizados pela tecnologia, e sim por planilhas no Excel ou pelo bom e velho papel e caneta. Os dois sócios automatizaram o processo para que todas as etapas possam ser feitas online.

Além de gerenciar os torneios, a Rakete mantém todos os jogadores constantemente atualizados sobre o próximo jogo e sobre sua pontuação. Caso queiram consultar seus resultados no futuro, é possível, pois ela também armazena todo o histórico pessoal.

Por que criar um sistema de gerenciamento de torneios de tênis

Rubens e seu sócio, Guilherme Meirelles, se conheceram jogando tênis quando ainda eram crianças. O esporte sempre foi muito presente em suas vidas até darem uma pausa para fazer vestibular e cursar faculdade.

“Sempre disputamos torneios de tênis e gostamos desse lado competitivo. Há cerca de dois anos e meio voltamos a disputar alguns campeonatos amadores e percebemos que ainda eram organizados da mesma de quando éramos crianças”, conta.

Rubens, que é contador, e Guilherme, formado em Ciências da Computação, decidiram juntar seus conhecimentos adquiridos durante anos trabalhando em suas áreas para fundar a Rakete. O sócio conta que o tênis é um esporte de nicho, principalmente por causa do alto valor para praticar. No entanto,  há muita gente praticando no Brasil. Sobretudo, quem joga nutre real paixão pela coisa.

Acredito que existam entre duas e três milhões de pessoas no Brasil jogando tênis. Quem joga é meio apaixonado, viciado, pratica religiosamente várias vezes por semana”, defende Rubens.

Rakete lucrativa

Em menos de um ano, a Rakete já possibilitou torneios de tênis e de outros esportes similares em 15 estados brasileiros, somando 60 campeonatos. Há 220 academias cadastradas no site e três mil jogadores ativos.

“Academia” é a forma como a plataforma classifica os organizadores de torneios. Qualquer pessoa pode criar um campeonato: um professor que dê aula particular, um clube, uma federação ou uma academia mesmo.

Há duas formas de se cadastrar no site: como academia ou jogador. “Todos precisam se inscrever, mas as inscrições podem ser feitas online e o pagamento é feito por boleto, débito ou crédito”, explica.  “Outra opção é pagar direto para o organizador, que deve inserir as informações no site”, conta ele.

Hoje, os sócios estão vivendo apenas dos lucros da Rakete. A plataforma é remunerada somente com base nas inscrições: cobra 10% do valor de inscrição de cada jogador ou R$ 3 quando o pagamento é feito diretamente para o organizador. Não há custo para cadastro de academia ou manutenção.

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