Sheroes e outros sites que apoiam as mulheres no mercado de trabalho
Sheroes
Foto: Istock/Getty Images
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Sheroes, uma plataforma na Índia que ajuda mulheres a voltarem ao trabalho

Livia Deodato em 2 de outubro de 2016

A Sheroes é uma plataforma da Índia que ajuda mulheres a se reinserir no mercado de trabalho. Nasceu com o objetivo de oferecer apoio de mentores experientes, que possam resolver as dúvidas mais comuns em relação à carreira, ajudar a encontrar o emprego ideal para cada perfil e formar uma comunidade forte, que promove networking. O nome da plataforma faz uma menção ao poder feminino, pois é uma junção das palavras em inglês “she” (ela) e “heroes” (heroínas).

Ao acessar a plataforma, a mulher indiana insere seus dados e, automaticamente, uma série de oportunidades aparecem na tela, de acordo com o que foi preenchido. Atualmente, 600 mil mulheres estão inscritas e mais de 8 mil oportunidades estão sendo oferecidas, de acordo com o próprio site. A Sheroes foi criada, especialmente, para atender aquelas mulheres que desejam voltar ao mercado de trabalho depois de um tempo fora para cuidar dos filhos. Por isso, o objetivo maior é oferecer vagas de acordo com as possibilidades de cada uma dessas mulheres.

A Sheroes também oferece o serviço exclusivo de atendimento por telefone, em que coloca a mulher em contato com um coach que vai ajudá-la a refinar e administrar melhor a sua carreira. Ela também pode encontrar opções de trabalho em casa, o famoso home office. Ou ainda vagas em grandes corporações ou trabalhos esporádicos, do tipo freelancer. Cerca de 10 milhões de mulheres já foram atendidas pela Sheroes, contratadas por 7 mil companhias em 40 mil conexões.

Leia mais: Profissa: uma plataforma de empregos para a classe C

As iniciativas como Sheroes aqui no Brasil

No Brasil, há dezenas de sites com uma pegada parecida com a da Sheroes. Um deles é o Maternativa, voltada às mulheres mães que desejam empreender ou já são empreendedoras. Considerado “o maior portal de empreendedorismo materno do Brasil”, o Maternativa abre espaço para troca de ideias entre gestantes, mães e mulheres que estão se programando para o primeiro filho e não querem mais se sujeitar ao esquema de trabalho das grandes empresas. Desejam ter flexibilidade para poder ficar mais próxima dos filhos e, ao mesmo tempo, produzir no intervalo dessa demanda.

mulher trabalhando em computador

Foto: Istock/Getty Images

Ainda nessa onda empreendedora há a Rede Mulher Empreendedora. Ana Lúcia Fontes fundou a plataforma com o intuito de atender mulheres que, em sua maioria, já trabalharam com o crachá pendurado no pescoço, mas agora desejam mais autonomia. Segundo o próprio site, a ideia da rede é: “Empoderar, apoiar e reconhecer mulheres empreendedoras para que transformem sua realidade através dos negócios. Dar luz e voz a seus propósitos, compartilhando experiências positivas, criando novas políticas e desmistificando o universo empreendedor”. Lá, é possível se informar a respeito de eventos sobre empreendedorismo feminino, fazer novos contatos e negócios. Basta se cadastrar e se informar.

Por fim, uma plataforma interessante, destinada especialmente à classe C, é a Profissa, criada pela Rachel Santachiara. Nascida no Espírito Santo, ela começou a crescer há pouco tempo e oferece oportunidades em várias outras cidades fora do Estado. Os interessados têm todo o apoio, inclusive visual, para produzir um currículo e entrar em contato com empregadores. 

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