7 Startups de Fintech que podem mudar os cartões de crédito e débito
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Startups que podem mudar os cartões de crédito e débito

Kaluan Bernardo em 2 de setembro de 2016

Já se foi o tempo em que apenas grandes bancos competiam pelo seu dinheiro. Hoje pequenas startups financeiras, muitas nascidas no Brasil, oferecem serviços que, muitas vezes, são mais simples, descomplicados e mais baratos do que o dos bancos tradicionais — apesar de também mais limitados.

Conhecidas como fintechs, essas startups se aproveitam da estrutura enxuta e da tecnologia para se diferenciarem e facilitar a vida do usuário. Como são pequenas, é normal que cada um tenha um foco em uma atividade específica.

Muitos dos bancos, pressionados pelas inovações, também lançam serviços semelhantes, com marcas novas que atuam quase como startups sob seu guarda-chuva. Abaixo listamos algumas dessas inovações para você conhecer e tentar descomplicar a vida financeira. Confira:

Startups brasileiras de fintech que podem substituir (em parte) os bancos

Nubank e Digio

Talvez o mais famoso dessa lista, o Nubank é um tanto simples, mas eficiente no que se propõe. Basicamente, é um cartão de crédito gratuito e sem anuidade que permite o usuário controlar seus gastos por um aplicativo.

O app do Nubank possibilita classificar as compras por tags e por emojis, ver o saldo e as faturas em tempo real ou ainda bloquear ou desbloquear o cartão quando o usuário quiser. Tudo acontece digitalmente, sem precisar de papel ou ir a algum lugar físico.

O cartão funciona com a bandeira da MasterCard, o que significa que é aceito em mais de 30 milhões de estabelecimentos ao redor do mundo. As faturas chegam por boleto no seu email todos os meses e basta pagá-la para ficar com tudo em dia.

O Bradesco também lançou uma nova marca para concorrer com a Nubank. Batizado de Digio, funciona de forma semelhante: sem anuidade e taxas, além de poder ser gerenciado pelo smartphone. Diferente do Nubank, não é necessário convites para solicitar um. E a bandeira não é MaterCard, mas Visa.

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Banco Neon

A Neon se propõe a ser um banco completamente digital. Com o cartão deles dá para transferir dinheiro, fazer saques, compras internacionais, transferências para outros bancos etc. Assim como no caso da Nubank, não cobram anuidade e nenhuma taxa mensal ou para abrir a conta. Eles permitem controlar e organizar tudo pelo aplicativo.

O cartão funciona com a bandeira Visa, o que significa que também é aceito em mais de 30 milhões de estabelecimentos em mais de 200 países. No entanto, eles tem seus limites. Só é possível fazer saques na Rede 24h. O primeiro do mês é gratuito, mas nos outros é preciso pagar uma taxa. Além disso, para transferir o dinheiro para contas de outros bancos é necessário pagar taxas, assim como quando quiser gerar um boleto para receber em sua conta.

Os criadores da startup dizem que no futuro pretendem eliminar tais taxas e focar cada vez mais nos serviços digitais que podem oferecer.

Acesso, Conta Super e PayPaxx

O Acesso é um cartão pré-pago da MasterCard. Você pode carregá-lo e gastar apenas aquela quantia para fazer compras em qualquer lugar que aceite MasterCard. Também é possível fazer saques, mas apenas nas redes Cirrus ou Camisarias Colombo. O aplicativo do cartão também funciona para pagar contas de casa. O cartão custa R$ 15 e eles cobram mensalidade de R$ 5.

O Conta Super é a alternativa criada pelo Santander. Funciona na mesma lógica: você coloca quanto dinheiro quiser e vai consumindo aos poucos. O objetivo é ajudar no controle financeiro. O cartão tem diferentes planos de taxa. No básico, que custa R$ 6 por mês, é possível ter até três cartões internacionais físicos ou virtuais, pagar contas etc. Mas também têm seus limites: só é possível sacar na rede Banco24Horas (e é necessário pagar por isso) e só dá para transferir dinheiro para outras pessoas com Conta Super.

Já o PayPaxx é um cartão pré-pago para empresas. A companhia pode dar o cartão, com um crédito pré-pago, para o funcionário usar. No entanto, ela tem o poder de definir onde o cartão será aceito e acompanhar onde e como tudo é gasto. É uma forma de dar dinheiro para cobrir eventuais custos do funcionário, por exemplo.

Banco Original

Lançado em 2015, o Banco Original não é exatamente uma startup. Ele foi criado pelo grupo J&F, que é dono da Friboi, e foi criado pelo ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Teve investimento de R$ 600 milhões.

Ele funciona como um banco convencional, com a diferença de serem completamente digitais. Até a abertura de conta é feita pelo celular. Os saques só podem ser feitos em bancos da rede 24 Horas. Diferente dos outros, eles têm uma série de tarifas. Funcionam mais como um banco conb

 

 

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