Como ter uma rotina artística e esportiva, com Rafael Licks
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Foto: Divulgação
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Como ter uma rotina artística e esportiva, com Rafael Licks

Redação em 9 de outubro de 2016

Curso de teatro, faculdade, academia, vôlei e futevôlei com funcional nas praias do Rio de Janeiro. Tudo isso cabe na rotina de Rafael Licks, um dos embaixadores da Drinkfinity. “A rotina é apertada, mas a gente sempre arruma tempo para essas coisas”, diz Rafael, que ressalta a importância de estar sempre ativo.

Para ele, o dia começa cedo. Às 7h já está na academia. Depois vai para a praia e pratica esportes, mas já colocando ginásticas funcionais no meio. “No vôlei e no futevôlei, por exemplo, você trabalha bastante o salto e a força. É um jeito de colocar a teoria em prática e ainda se divertir”, comenta.

Rafael é gaúcho, mas cresceu em Florianópolis e morou em várias cidades diferentes. Hoje, está em um romance com o Rio de Janeiro. “Aqui você tem uma rede enorme de amizade. As pessoas se unem pelo esporte. Na Barra sempre tem pessoas jogando. E a galera é super receptiva. Se você não for bem recebido pode falar comigo”, brinca.

Rafael Licks e a jornada do esporte

O motivo para Rafael ter morado em várias cidades foi seu amor ao esporte. Aos nove anos, se mudou de Canelas (RS) para Florianópolis (SC). Lá, disputou um campeonato de futebol pelo time da escola e chegou a jogar contra o Figueirense, grande time da cidade. Venceu e foi contratado pela equipe.

Rafael Licks

Foto: Reprodução/Facebook

Ficou anos jogando na base do Figueirense até que, aos 18, se tornou profissional e passou a ser emprestado para jogar em diferentes times. Jogou o campeonato mineiro, paulista, gaúcho e, quando estava no Botafogo de Ribeirão Preto, resolveu largar.

“Futebol é um esporte complicado, diz. ”Quem joga nem sempre é o melhor. Há muitos negócios no meio, que vão além da habilidade”, comenta.

“Graças a Deus tive uma boa condição oferecida pelo meu pai e pude sair tranquilo. Estava lá por uma opção minha, era amor ao esporte”, diz. “Mas não tinha uma vida tranquila. Jogador que ganha muito e tem boa visibilidade é 3% ou 4%. O resto vive outra realidade, dormindo em baixo de arquibancada, comendo mal”, comenta.

Leia mais: Drinkfinity vale a pena?

Foi desiludido pelo esporte ao qual dedicou a maior parte de sua vida, que ele se inscreveu no Big Brother Brasil. Não ganhou o programa, mas aproveitou a visibilidade e o momento em que esteve lá para se recriar como artista. E aí que se mudou para o Rio de Janeiro.

A vida artística e o Rio de Janeiro

No Rio, Rafael resolveu fazer dois cursos. Um de teatro no Wolf Maya e uma faculdade de gastronomia. “Acredito que posso conciliar as duas carreiras. Quero ser ator, mas no futuro quero ter um restaurante, talvez algo com meu pai”, comenta. Inclusive, até criou seu canal de vídeos de gastronômicos.

Mas foi no palco que ele se reencontrou. “Praticamente toda semana eu vou a uma peça. Estou estudando muito, acho importante aprender”, comenta. Hoje ele está ensaiando para uma comédia chamada “A volta dos que não foram”, na qual interpreta um gogo boy e um anjo conselheiro de uma transexual. “A peça passa a mensagem de que você tem que se aceitar como é. Acho muito importante e isso me motivou a participar”, diz.

Mas seu sonho é se aperfeiçoar no Brasil e tentar uma carreira de ator fora daqui. Quer atuar em séries. Suas favoritas? “Breaking Bad”, “How To Get Away With Murder” e “Prision Break”.

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