De onde vieram os principais símbolos do rock
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Coleção especial Dia do Rock Drinkfinity Foto: Divulgação
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De onde vieram os principais símbolos do rock

Redação em 13 de julho de 2016

Você sabe de onde vem o símbolo do rock e do heavy metal que parece um par de chifres? Dica: não é algo satânico. E aquela famosa dancinha de pular em um pé e ir chutando com o outro? O costume de quebrar a guitarra ou chutar a bateria?

Para comemorar o Dia Internacional do Rock contamos um pouco da história desses símbolos e atitudes tão típicos do bom e velho Rock’N’Roll. Veja abaixo:

Mão com chifres

Quem nunca foi a um show de rock e levantou a mão fazendo chifrinhos que atire a primeira pedra. Não por acaso, o símbolo foi popularizado por um roqueiro: Ronnie James Dio, ex-vocalista do Black Sabbath e do Rainbow.

Enquanto seu antecessor no Black Sabbath, Ozzy Osbourne, sempre fazia o símbolo de “paz e amor” com os dedos, Dio fazia os chifrinhos. Diferente do que muitos pensam, no entanto, o símbolo não era usado como algo satânico. Dio diz que é um costume italiano, conhecido como “Il malocchio” e serve para afastar “mau olhado”.

Duckwalk

O nome é esquisito, mas o passinho você conhece bem. Dobre os joelhos e saia dando pequenos chutes o ar com um pé e pulinhos com o outro enquanto você faz um solo de guitarra arrasador.

Você reconhecerá o passo, conhecido como “duckwalk” (“Caminhada do pato”, em tradução livre), aos 1’41” dessa icônica cena de “De Volta para o Futuro”:

O passo, sempre usado por guitarristas como Angus Young do AC/DC, foi imortalizado em 1956 por Chuck Berry — o autor de Johnny B. Good, a música que Marty McFly toca na cena acima. Ele gostou tanto que continua fazendo até hoje.

Quebrar a guitarra

A cena você ja conhece. Dá um pouco de dó dos instrumentos, mas a catarse do momento é completa. Afinal, de onde veio essa moda de quebrar a guitarra? Não sabemos quem foi o primeiro, mas o rock tem um longo histórico de destruição de instrumentos. Charles Mingus quebrou seu baixo, Elvis Presley quebrava o violão em “Jailhouse Rock” e Jerry Lee Lewis já havia queimado um piano.

Quem transformou a destruição em um verdadeiro ritual foram Jimi Hendrix e Pete Townshend, do The Who. Como não se lembrar do momento em que Hendrix queima sua guitarra no Monterey Pop Festival?

Townshend nunca chegou a incendiar sua guitarra, mas foi o cara que mais destruiu o instrumento. E não só a guitarra como os amplificadores. Reza a lenda que a primeira vez que ele fez isso foi em 1964, mas sem querer. Se apresentando no Hotel Railway, em Londres, ele jogou sua guitarra para cima. Aconteceu que o teto era baixo, ela bateu e quebrou o braço. Então, furioso, Townshend detonou de vez sua Rickenbacker e jogou os restos para o público.

Para sua surpresa, a galera delirou com o movimento, que se tornaria sua marca registrada. Dali para frente, não foram poucas as vezes em que Townshend quebrou seu instrumento, chutou os amplificadores, enquanto Keith Moon colocou fogos e explosivos em sua bateria e Roger Daltrey ficava rodando o microfone. John Entwistle, como um bom baixista, ficava parado olhando para o nada.

No vídeo abaixo, Townshend conta um pouco mais por que ele destruiu tantas belas guitarras:

Dia do rock

E por que dia 13 de julho é o Dia Mundial do Rock? A data foi escolhida em homenagem ao Live Aid, festival que aconteceu nesse dia em 1985 reunindo artistas como Queen, Mick Jager, The Who, BB King, Elton John, Paul McCartney, David Bowie e U2.

O festival tinha como objetivo arrecadar fundos para reduzir a fome na Etiópia. Seu sucesso prova que o rock não é só contestação, o rock é atitude. O evento foi organizado pelo ator Bob Geldof e aconteceu em Londres (para mais de 82 mil pessoas) e na Filadélfia (para mais 99 mil pessoas). Alguns artistas também se apresentaram na Austrália, Rússia e Japão. A transmissão alcançou mais de 1,5 bilhão de espectadores em 100 países.

Um dos shows mais memoráveis desse dia foi o do Queen, com Freddie Mercury em sua melhor forma. Há também a questão simbólica: o cantor nasceu em Zanzibar, hoje parte da Tanzânia, no leste da África. Veja trecho de sua apresentação:

A Drinkfinity é Rock’n’Roll

Você não precisa quebrar seu vessel nem colocar chifrinhos nele para ser Rock’N’Roll, mas pode levá-lo para qualquer show e tomar um pod da linha “Exercise & Play”, com eletrólitos, para depois se esfolar em um bate-cabeça ou pular de um palco.

No dia seguinte, em casa, experimente um pod da linha “Take a break” para se recuperar e relaxar com um vessel personalizado, que criamos especialmente para o Dia do Rock. Seus ouvidos, no entanto, não precisam descansar. Dê o play na seleção que o pessoal do Bananas Music fez para a Drinkfinity e curta o rock da maneira certa: com o volume bem alto.

 

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