Acessibilidade: iniciativas e inovações para incluir o deficiente físico
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Foto: Istock/Getty Images
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Acessibilidade: iniciativas e inovações para incluir o deficiente físico

Kaluan Bernardo em 11 de outubro de 2016

Dia 11 de outubro é o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Física. A data serve para lembrar a luta dos mais de 13 milhões de deficientes físicos por uma sociedade mais inclusiva e acessível.

O tema é importante para nós do Free The Essence. Já fizemos diversos textos que mostram a luta de quem busca acessibilidade e também de quem usa a criatividade e a tecnologia para promover uma sociedade mais inclusiva. Para comemorar, relembramos alguns desses textos nesse especial.

Iniciativas que promovem acessibilidade ao deficiente físico

O skate é para todos: como deficientes físicos se relacionam com o esporte

Jack Bertin, 39 anos, e João Henrique, 18, são dois brasileiros que compartilham uma íntima relação com o skate: o acessório é seu principal meio de transporte. Tanto Jack quanto João são deficientes físicos e não têm suas pernas. Para Jack, o skate é sua janela para o mundo, que o permite sair na rua e se locomover muito mais rápido dentro de casa.

Para João, o skate é a porta de entrada para seus sonhos. O garoto está se profissionalizando como skatista, disputa campeonatos e um dia quer fazer manobras ao lado de seus grandes ídolos.

Aplicativo guiaderodas funciona como mapa da acessibilidade

Bruno Mahfuz é um administrador que, aos 17 anos, sofreu um acidente do carro e não conseguiu mais movimentar suas pernas. Cadeirante, Bruno enfrentou no dia a dia a frustração de encara a falta de acessibilidade. Por isso, resolveu criar o guiaderodas, um aplicativo onde pessoas podem avaliar, de forma simples e rápida, o quão acessível determinado lugar é.

Dadá Moreira, deficiente e atleta: “superação é comer comida que odeio”

Dadá Moreira sofreu com uma doença degenerativa chamada ataxia cerebral, que afeta a coordenação e o equilíbrio. Isso, no entanto, nunca foi um impeditivo em sua vida. Jornalista de formação, Dadá dedicou boa parte de sua vida aos esportes radicais, fazendo de rafting a escalada.

Seu amor ao esporte serviu para criar diversos projetos que mostravam o quanto os deficientes físicos podem fazer, até mesmo aventuras radicais. A história de Dadá é prova viva de que a pessoa com limitações físicas vai muito além da superação. E ele está aí para contar.

Giulia: a invenção que dá poder da comunicação aos surdos

Cientistas brasileiros estão desenvolvendo um bracelete que traduz Libras, a linguagem brasileira de sinais. O dispositivo utiliza inteligência artificial e sensores para captar os movimentos do antebraço e entender o que a pessoa está dizendo com eles.

A tecnologia ainda está em desenvolvimento, mas deverá chegar em breve. Mas os fundadores dizem que os testes, até o momento, foram bem sucedidos.

Cientistas querem acabar com a cegueira até 2020, mas quão perto estão disso?

Há mais de 39 milhões de cegos no mundo. Outros 246 milhões têm sérios problemas de visão. Cientistas do mundo todo tentam desenvolver cura, completa ou parcial, para tal condição. Milionários filantropos, institutos de pesquisa estadunidenses e a Organização Mundial da Saúde têm como meta, até 2020, eliminar ao menos as principais causas de cegueiras que possam ser previstas e tratáveis.

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