Playlists do Brain.fm ajudam a relaxar, dormir e a ter foco
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Playlists do Brain.fm ajudam a relaxar, dormir e a ter foco

Camila Luz em 19 de julho de 2016

Chega o final do dia e você só tem mais duas tarefas para fazer antes de desligar o computador do escritório e ir para casa. Mas há um problema: falta concentração. A resposta para manter o foco pode ser ouvir uma das playlists elaboradas pelo Brain.fm.

O serviço de streaming inteligente traz playlists para ajudar com uma dessas três coisas: sono, foco ou relaxar. A plataforma ajuda a limpar a mente e atingir um objetivo. Tudo o que usuário precisa fazer é ouvir as músicas e esperar pelo efeito, que promete chegar em aproximadamente 10 minutos.

É possível configurar cada uma das três seções da maneira que o usuário preferir. Em “foco”, o ouvinte pode escolher sons de floresta, trovões, vento, água ou praia, por exemplo. O mesmo vale para “relaxar” e “sono”. O Brain.fm também oferece um guia para usar as opções, dando dicas bem básicas como “feche os olhos” e “encontre uma posição confortável”.

Como usar as playlists do Brain.fm

Relaxar

mulher sentada em sofá verde com caneca não mão e segurando celular

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O Brain.fm explica que essa seção deve ser usada para meditar, tirar um tempo para descansar, reduzir a ansiedade ou relaxar após o trabalho. As dicas são usar fones de ouvido, escolher o volume adequado e fechar os olhos, para bloquear qualquer estímulo visual.

Também é preciso encontrar uma posição confortável e que não deixe o usuário sonolento, caso tenha um tempo limite para relaxar. O aplicativo explica que algumas pessoas podem sentir frio nas extremidades do corpo e até coceira quando começam a usar esse tipo de playlist. Se isso acontecer, basta aquecer mãos e pés e coçar onde estiver incomodando. Nas próximas vezes, a sensação deve passar.

O Brain.fm explica que o objetivo aqui não é apenas relaxar. Ela faz o usuário sentir que está flutuando e o coloca em um estado de sonho, onde pode se tornar mais criativo e receber visualizações espontâneas.

Foco

mulher ouvindo música em escritório segurando caneca verde e caderno em outra mão

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Essa seção pode ser usada para ajudar você a trabalhar, estudar, ler ou fazer atividades criativas. Quando a playlist começar, basta dar início à atividade que pretende fazer. As músicas irão se encarregar do resto.

O volume deve estar regulado, para não distrair o usuário. Também é preciso ficar atento à fadiga mental ou dores de cabeça, que podem surgir enquanto a playlist rola. O ideal é fazer pausas quando necessário, pois cada cérebro tem sua própria reação. No entanto, o Brain.fm aconselha a ouvir essa seção por um período entre 15 e 30 minutos. Caso seja possível integrar a prática à rotina diária, os resultados serão melhores a longo prazo.

O Brain.fm diz que essa seção irá tornar o usuário mais produtivo, criativo e livre de distrações.

Dormir

mulher deitada na cama ouvindo música

Foto: Istock/Getty Images

Ouvir as playlists dessa seção pode proporcionar uma noite de sono completa, um “cochilo poderoso”, um cochilo durante o dia ou funcionar como sonífero de verdade. Quem usa remédio para dormir deve tomá-lo normalmente na primeira noite e, depois, reduzir o uso aos poucos, sugere o serviço.

O Brain.fm recomenda manter uma rotina antes de dormir, como ler. No entanto, a playlist só deve começar a rolar quando o usuário estiver efetivamente tentando pegar no sono.

O aplicativo também sugere dormir sempre no mesmo horário e local. O usuário não deve se desesperar se estiver demorando para apagar. Basta relaxar e aproveitar a playlist. Em breve, os sonhos chegam.

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A ciência por trás do Brain.fm

O Brain.fm é alimentado por um sistema de inteligência artificial que compõe músicas para cada objetivo, monitora o que funciona e ajusta os resultados. As playlists são voltadas para “ajudar o ouvinte a alcançar certos estados cerebrais neurológicos”, como produtividade, sossego e relaxamento.

A plataforma trabalha com dois conceitos: entretenimento e  a “teoria dinâmica auditiva assistida”. Isso significa que produz ritmos musicais que sincronizam com o ritmo natural do cérebro, afetando a consciência e a energia.

Adam Hewitt, co-fundador e inventor do Brain.fm, tem um longo histórico profissional em experimentar e inovar com áudio. Já fez inúmeros testes clínicos e pesquisas relacionando música e cérebro, até chegar à fórmula na qual o serviço se baseia. E você,  acha que vale a pena dar uma chance?

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