Oásis possíveis: 5 lugares para conhecer novas bandas em São Paulo
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Oásis possíveis: 5 lugares para conhecer novas bandas em São Paulo

Kaluan Bernardo em 12 de janeiro de 2017

Com seus mais de 12 milhões de habitantes — entre eles, vários imigrantes —, São Paulo é inegavelmente um dos maiores polos culturais do mundo. Isso vale para gastronomia, artes plásticas, museus e, é claro, também para a música. O que não falta na capital paulista são lugares para conhecer bandas.

Dos estádios de futebol com seus megashows internacionais aos ambientes mais modestos e underground, a noite na Pauliceia Desvairada sempre está respirando música e dando palco para artistas dos mais diversos ritmos e tamanhos mostrarem seu trabalho.

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O fenômeno não é novo. Desde os festivais da década de 1960, passando por movimentos como o Vanguarda Paulista na década de 1980, ou até mesmo o hardcore dos anos 1990, São Paulo sempre foi um caldeirão musical. Por isso chamamos Marcelo Costa, curador musical e jornalista, editor do Scream & Yell, site que há 17 anos apresenta o que é tendência na cena brasileira, para dar dicas de cinco lugares essenciais para quem quer descobrir novos sons.

5 lugares para conhecer bandas em São Paulo

Sensorial Discos

No lado Jardins da Rua Augusta, a pequena e simpática loja de discos também dá espaço para uma rica agenda de shows, principalmente de rock experimental e jazz. Focam bastante em bandas autorais, que se apresentam em um espaço apertado, sem palco, mas um tanto íntimo e próximo do público.

Rua Augusta, 2389 – Jardins

Casa do Mancha

Como o nome sugere, o espaço é realmente uma casinha de um cara conhecido como Mancha. Ela fica no bairro de Pinheiros e, além de dar espaço para as bandas que estão despontando no underground, ela se diferencia pela intimidade. Lá você invariavelmente vai encontrar quem está do seu lado, vai conseguir um bom espaço para bater papo e encontrar os amigos.

R. Felipe de Alcaçova, 89 – Pinheiros

SESC Pompeia

Um dos mais conhecidos SESCs de São Paulo, no tradicional bairro da Pompeia — onde, aliás, surgiram algumas das maiores bandas da década de 1960 e 1970, como “Os Mutantes”. O prédio é uma velha fábrica que foi reformada e ganhou um projeto arquitetônico de Lina Bo Bardi. O resultado é um espaço lindo para tomar uma cerveja e, claro, ouvir boa música.

O SESC Pompeia tem dois bons projetos para ouvir novos sons. Um é o Prata da Casa, que toda terça-feira dá palco para bandas que são desconhecidas do grande público e são selecionadas por um curador. O outro é o Plataforma, que pega artistas que estão lançando seu primeiro disco.

R. Clélia, 93 – Pompeia

Z Carniceira

Na Avenida Faria Lima, o lugar tem um ótimo palco e um bom cardápio gastronômico. Às sextas e aos sábados o menu musical não deixa a desejar e é bem intenso. Muitas vezes há três shows de novas bandas em uma única noite — começando às 0h e indo madrugada adentro.

Av. Brg. Faria Lima, 724 – Pinheiros

Breve

O pessoal que cuidava da extinta Neu!, importante casa de shows na Barra Funda, se juntou a alguns da Balaclava, um dos selos mais bem estabelecidos no rock underground brasileiro. Juntos, criaram a Breve, na Pompeia. Pelo fato de os organizadores estarem trabalhando com música há tanto tempo, o mínimo que você pode esperar é por uma curadoria fina dos shows.

R. Clélia, 470 – Pompeia

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